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3 coisas que eu gostaria de saber quando comecei a ser freelancer

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O que você falaria para o seu eu do passado? Se eu voltasse no tempo, existem pelo menos 3 coisas que eu gostaria de saber quando comecei a ser freelancer.

Essas coisas são aquelas situações que só depois que a gente passa, a gente aprende.

Mas, para evitar que outras pessoas cometam os mesmos erros, vamos compartilhar também as decepções!

Como você sabe, o Guia do Freela é um espaço para falar sobre esse estilo de trabalho e dar dicas práticas para quem quer ser freelancer.

E depois de alguns anos trabalhando assim, pode ter certeza de que eu tive minha série de desafios para enfrentar.

Coisas que ninguém me contou antes de eu começar, mas que eu vou te contar!

Você pode acompanhar esse conteúdo no vídeo abaixo ou continuar aqui no post!

1. Não cobre muito pouco

Ser freelancer: quanto cobrar?

Uma das coisas que eu mais acredito, é que na vida tudo é aprendizado.

Mas, a boa notícia é que você pode aprender com o que eu vivi (que, por sinal, é o nome do meu blog de viagens) para não cometer os mesmos erros.

E o primeiro conselho da lista de 3 coisas que eu gostaria de saber quando comecei a ser freelancer é “nunca deixe seu preço barato demais”.

Aqui no Guia do Freela existe um post só sobre precificação, como colocar preço no seu serviço.

Porém, quando eu comecei, eu não sabia direito como colocar um preço no meu trabalho.

Frequentemente, os clientes passavam a demanda, eu analisava e pensava “Vou cobrar X”.

O problema é que o X, muitas vezes, era o mínimo que eu deveria cobrar.

Então, o que acontecia? O trabalho era mais difícil do que eu tinha previsto e eu perdia dinheiro ao invés de ganhar.

Eu tive um cliente que encomendou um vídeo para a formatura de uma escolinha infantil.

Basicamente, eram fotos das crianças e nomes, como uma apresentação de slides. Parecia bem simples, né?

Como esse era um cliente que não tinha muitos recursos, eu cobrei o mínimo possível, para cobrir só minhas horas.

Resultado: o projeto me tomou muito mais tempo e não pagou nenhum pouco o esforço.

Lição aprendida de ser freelancer foi: sempre colocar um extra no valor do orçamento, para garantir que você vai ter lucro.

2. Você vai precisar demitir clientes

Ser freelancer: demitir clientes.

A segunda coisa que eu gostaria de saber quando comecei a ser freelancer é que, às vezes, você vai precisar demitir os clientes.

Eu sei que pode até parecer confuso, como assim demitir clientes?

Mas a verdade é que nem todo contratante vai ser bom de trabalhar.

Tem cliente que não quer pagar o preço do seu trabalho;

Aqueles que pedem um milhão de alterações (em vários e-mails, que é para te dar mais trabalho);

Tem os que não pagam no prazo;

Outros que fazem reuniões de horas e horas… Enfim.

Entretanto, para o freelancer, demitir o cliente é difícil.

Isso porque, sempre fica aquele pensamento de que o contratante pode fazer falta na sua renda do mês que vem.

Nesse sentido, o ideal é parar e analisar se o cliente realmente vale a pena.

Se for um cliente que dá muito trabalho e não paga bem, ele tem o perfil que merece demissão.

Uma dica é só demitir um cliente depois de arranjar outro para suprir o espaço deixado por ele.

E, de preferência, cobrar um pouquinho mais desse novo contratante.

Assim, você não vai precisar passar pela fase de que o primeiro cliente me fazia falta.

Eu tive um cliente que precisei demitir, que atuava no ramo fitness. Ele exigia coisas não combinadas e tinha prazos apertados.

E eu resolvi exatamente como falei: primeiro, procurei um novo cliente para suprir a demanda.

Quando consegui, comuniquei que não queria mais fazer parte do projeto fitness e dei o prazo de um mês para que eles conseguissem outro freelancer.

Então, demiti o cliente e ainda consegui aumentar a minha renda!

Selecionar bem os clientes permite que você trabalhe menos e ganhe mais, que é o cenário ideal para ser freelancer.

3. Atualizar os preços é fundamental

Ser freelancer: atualizar os preços.

E a última coisa que eu gostaria de saber quando comecei a ser freelancer é: você precisa atualizar os preços dos clientes fixos. Mesmo que seja difícil.

É possível que, na sua trajetória como freelancer, você tenha clientes fixos, que são aqueles clientes que enviam demanda todo mês.

E é muito comum que o tempo passe e você apenas não atualize seu preço com esse cliente.

Porém, você não vai aumentar sua renda se manter os preços “congelados”. O que é péssimo, já que anualmente tudo sofre reajustes.

Vou confessar que eu demorei muito para atualizar os preços dos meus clientes fixos.

Eu sofria muito porque eu achava que, ao aumentar, eles iriam desistir do projeto.

Mas, no começo desse ano, eu enviei um e-mail explicando por que eu estava aumentando o valor e quando o aumento iria acontecer.

E, para minha surpresa, todos os clientes aceitaram!

No final, é muito mais prático para o contratante ficar com um freelancer que ele já tem confiança, do que começar com alguém novo.

No e-book Como Começar um Negócio Freelance, eu incluí o modelo de e-mail que eu usei para informar o aumento de preços.

A experiência de ser freelancer

Então, recapitulando aqui as 3 coisas que eu gostaria de saber quando comecei a ser freelancer:

  • Não cobrar muito pouco;
  • Às vezes é preciso demitir clientes;
  • Atualizar os preços é fundamental.

Lembre-se desses conselhos dessa tia freelancer aqui, para que você não precise cometer os mesmos erros e acabar tendo que resolver depois.

E é isso! Espero que esse post te ajude na sua jornada freelancer!

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Obrigada e até a próxima!

Leia também: Picoworkers: Como funciona?

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Bruna Marzarotto
Designer e redatora freelancer, apaixonada por viajar. Compartilho as delícias (e umas poucas dores) de trabalhar como freelancer e o que você pode fazer para ter esse estilo de vida.
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