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Ser freelancer é péssimo?

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Já imaginou estar pesquisando algo pela internet e encontrar um artigo com o título: razão sinceras pelas quais ser freelancer é péssimo?

Pois foi exatamente isso que aconteceu comigo 😅. E, claro, o título chamou a minha atenção na hora! Afinal, é um ponto de vista totalmente diferente do meu.

O artigo, publicado no Medium por uma autora americana, lista 10 motivos pelos quais ser freelancer é péssimo. A autora deixa claro que tudo é com base nas experiências dela e, pensando nas minhas experiências, resolvi “responder” a esse artigo.

Como tudo está em inglês, eu precisei traduzir o conteúdo. Mas você pode conferir o artigo original aqui.

Você pode ver minha resposta no vídeo abaixo 👇 ou continuar a leitura nesse post!

Então, vamos começar a conferir os motivos pelos quais ser freelancer é péssimo? Para facilitar a leitura, o que está entre aspas e grifado em itálico e negrito, é a opinião da autora. Minha resposta vem logo na sequência 🙂

1. Ser freelancer pode ser solitário

“Ser freelancer pode ser solitário. Fazer freela, na maioria das vezes, significa trabalhar de casa. Sem interação cara a cara, o trabalho pode ser solitário com o tempo”.

O primeiro tópico é verdadeiro. Trabalhar em casa, por conta própria, faz com que a pessoa se feche mais.

Mas, isso pode ser mais desconfortável para quem é muito comunicativo ou sociável. Quem gosta de agir no seu tempo, sem interagir tanto, provavelmente não vai se sentir sozinho.

Além disso, uma dica para evitar essa sensação é deixar a interação para quando você trabalhar em equipe ou em atividades fora do trabalho, como saídas com a família e amigos.

E hoje, com chamadas de vídeo, a sensação de solidão no trabalho freela não é tão forte. 😬

2. Dificuldade em separar a vida pessoal do trabalho

É muito mais difícil separar o trabalho da vida pessoal. A maioria dos freelancers, especialmente os relativamente novos, usará o mesmo laptop para responder e-mails de trabalho e para verificar o Facebook.”

Verdade. Até porque, o seu ambiente de descanso é o seu ambiente de trabalho.

Por exemplo, o meu computador para os projetos é o mesmo que eu assisto séries. Eu só tenho um número de telefone, que uso para falar com clientes e com a família. Eu também trabalho com o meu marido, ou seja, tudo vira uma coisa só! 🤯

Mas eu não acho que isso faça com que ser freelancer é péssimo. Você pode se esforçar para “quebrar” o tempo e criar situações em que separar a vida pessoal da profissional seja possível.

Uma das técnicas que eu tenho usado é que, quando eu encerro meu dia de trabalho, eu faço alguma atividade não relacionada ao computador. Tem ajudado bastante. 😊

3. Trabalho em todo lugar

“Você começa a ver tudo como uma oportunidade de ganhar dinheiro”.

Esse item eu não concordo. 🙊

No artigo, a autora até explica que começou a notar que queria transformar seus hobbies em formas de ganhar dinheiro. Porém, para mim isso não aconteceu.

O que acontece é que, se algum cliente perguntar se eu faço algo que é parecido com a minha profissão (mas que eu não sou especialista), normalmente eu corro atrás para aprender e não perder a chance.

4. Sobre encontrar clientes e cancelamentos

“Encontrar novos clientes é um saco e os clientes podem cancelar os contratos a qualquer momento”.

Nada disso é mentira. Mas tem como você se preparar para encontrar esses clientes, mesmo se você não tiver experiência, e se precaver financeiramente para quebras de contrato. 😉

Na verdade, ser freelancer é muito sobre planejamento e saber como gerenciar as coisas. E claro, também é lidar com a insegurança.

Porém, a grande realidade é que nenhuma profissão te dá segurança total. Se você for contratado em uma empresa, terá alguma segurança? Afinal, um CLT pode ser demitido a qualquer momento. É inseguro para todos. 😥

5. Trabalhar para os outros

“Você ainda está trabalhando para outra pessoa. Lembre-se, ser freelancer ainda significa ter que trabalhar para outra pessoa, então tenha isso em mente antes de sair do seu trabalho fixo.”

Esse ponto ela coloca como negativo, que um dos motivos pelos quais ser freelancer é péssimo é ter que trabalhar para alguém.

Entretanto, para mim, nesse aspecto ser freelancer é muito melhor do que ser CLT.

Quando eu trabalhava como designer em empresa, por exemplo, as demandas chegavam até mim pelo gerente. Ele nem sempre captava o briefing do jeito certo e aí acontecia de ter muito retrabalho. 😪

Como freelancer, eu falo direto com o cliente e consigo ter uma comunicação bem clara com ele. E por isso, é muito difícil eu ter retrabalho.

Além disso, a relação de chefe e funcionário é BEM diferente da relação de prestador de serviço e contratante. Então, mesmo que seja trabalhar para alguém, o esquema é completamente outro – e muito melhor.

6. Longas horas de trabalho

“As horas às vezes podem ser longas e inconvenientes. Na minha tentativa de impressionar os clientes (principalmente quando eles são novos), às vezes passo tempo trabalhando quando na verdade não deveria. Seja trabalhando um dia extra longo para entregar um projeto rapidamente ou trabalhando depois do expediente para tentar atrair um novo lead, saiba que suas horas nem sempre permitirão um estilo de vida de trabalho glorioso e “flexível”.”

Nesse tópico, a autora fala muito sobre trabalhar horas a mais que o normal. E se você quer ser freelancer, precisa ter em mente que vai trabalhar tanto ou mais do que um contratado CLT.

Por outro lado, a sua agenda depende só de você. Se em algum momento você quiser trabalhar menos, é uma possibilidade.

A parte de equilibrar horários talvez seja o maior desafio para os freelancers. Ao mesmo tempo, é o que te dá mais liberdade de fazer as coisas a seu modo. 😊

7. Sem trabalho, sem dinheiro

“Nenhum trabalho é igual a nenhum salário. Ao trabalhar para si mesmo, uma hora trabalhada é uma hora ganha, então tenha isso em mente ao tirar uma folga.”

Isso não tem como negar ou dizer o contrário.

Ser freelancer significa depender única e exclusivamente do tempo que você gasta trabalhando 💸. Diferente de quem trabalha contratado, que se em um mês você não rende tanto recebe igual, o freela acaba sentindo no bolso a queda na produtividade.

Porém, é sempre possível se planejar financeiramente para ficar dias ou até meses sem trabalhar. Tudo na vida de um freelancer é planejamento.

8. Não é escalável

“O negócio freelance não é escalável. Em algum momento, você perceberá que o negócio freelance não é realmente escalável. Claro, você pode cobrar mais pelo seu tempo, mas sempre haverá um número limitado de horas em qualquer semana.”

Nesse ponto, eu discordo.

Tanto que, no meu e-book “Como começar um negócio freelance” eu apresento algumas orientações para crescer no negócio.

Você pode cobrar mais, se especializar em determinada tarefa ou terceirizar alguns projetos. Não é algo tão simples, mas é escalável sim. 😊

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9. Você, suporte de tudo

“Seu único suporte é você mesmo. Se algo der errado com seu sistema de cobrança de faturas ou sua internet falhar, o problema é seu.”

É, essa é uma realidade. Afinal, você é um profissional que ao mesmo tempo é uma empresa. Você é responsável por tudo.

Mas olha, não é como se um freela tivesse problemas com a internet ou com pagamentos todos os dias 😅. Então, não é preciso se preocupar demais com isso.

10. Conversas difíceis

“Há conversas difíceis com mais frequência. Negociar salários, discutir o aumento de escopo e conduzir entrevistas são conversas desagradáveis.”

Isso pode até ser verdadeiro, mas eu não considero essas conversas tão difíceis.

Na verdade, acho que isso varia de pessoa para pessoa. Além disso, com o tempo, a gente costuma desenvolver essa habilidade e fica mais fácil.

A conclusão

A parte mais engraçada é que, depois de todos esses tópicos explicando porque ser freelancer é péssimo, a autora finaliza com “no fundo, eu amo ser freelancer”.

Eu também amo 🥰, e acho que como qualquer função ou profissão, ser freela tem seus pontos baixos ou atividades chatas.

Me conta nos comentários o que você achou dessa listinha, se você concorda mais com a autora ou comigo. Compartilhe sua visão! 🤗

De qualquer forma, essa lista serve como um preparativo para quem está começando, para saber onde está “se metendo”. E, parafraseando Friends, ser freelancer é tipo:

Cena de Friends, ep 1
“Bem-vinda ao mundo real. É um saco. Você vai amar!”

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Obrigada e até a próxima!

Leia também: 3 sites freelas brasileiros

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Bruna Marzarotto
Designer e redatora freelancer, apaixonada por viajar. Compartilho as delícias (e umas poucas dores) de trabalhar como freelancer e o que você pode fazer para ter esse estilo de vida.
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